Lição 7: Nosso DEUS perdoador

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Lições da Escola Sabatina Mundial – Estudos do Quarto Trimestre de 2019

Tema geral do trimestre: Esdras e Neemias

Lição 7: Nosso DEUS perdoador

Semana: 9 a 15 de novembro

Comentário auxiliar elaborado por Sikberto Renaldo Marks, professor titular, sênior, no curso de Administração de Empresas da Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul – UNIJUÍ (Ijuí – RS)

Este comentário complementa o estudo da lição original

www.cristoembrevevira.com marks@unijui.edu.br – Fone/fax: (55) 3332.4868

Ijuí – Rio Grande do Sul, Brasil

Verso para memorizar:O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Prov. 28:13).

Introdução de sábado à tarde

 A festa dos tabernáculos (ou das tendas, ou das cabanas) era de alegria. Nela comemoravam a saída da escravidão do Egito, e agora, associava-se à comemoração da libertação do cativeiro babilônico. Isso era motivo de alegria.

Também os judeus haviam perdoado a seus devedores pobres e se desfeito das mulheres pagãs com que haviam se casado. Aliás, muitos deles até já tinham filhos que falavam uma linguagem misturada. Haviam resolvido seus problemas graves que afrontavam a DEUS. Estavam em harmonia com seu Rei celestial.

Mas ainda faltava algo: Ratificar o arrependimento. Precisavam confirmar bem para que, logo adiante, não caíssem outra vez em tentação, uma vez que satanás não deixaria de atentar contra eles. Tinham medo de uma recaída e de novo cativeiro em potência estrangeira. Esse satanás tinha um grande motivo para arruinar os judeus: é que deles nasceria JESUS CRISTO, aquele que viria para lutar contra satanás e para derrotá-lo de vez. Por essa razão satanás estava muito atento, a fim de destruir os judeus, como já havia conseguido com os israelitas. Na realidade satanás quase conseguiu, pois o povo chegou ao tempo de JESUS pouco preparado para aceitá-Lo, vindo ao ponto de rejeitá-Lo e matá-Lo. Por isso era necessário, depois da festa dos tabernáculos, voltar ao ritual de arrependimento, à tristeza pelos pecados passados, pelos fracassos anteriores, e tomar decisões de se manterem nos caminhos de DEUS. Enfim, DEUS é perdoador, mas não devemos abusar porque podemos chegar ao ponto em que nós não tenhamos mais interesse pelo perdão, e isso é pecado contra o ESPÍRITO SANTO.

  1. Primeiro dia: Jejum e adoração

Agora estamos em Neemias capítulo 9. Essa reunião ocorreu depois da festa dos tabernáculos. Foi uma assembleia de reconsagração. Alguns levitas passaram a orar em alta voz, recapitulando a história da saída do Egito; como os seus pais, ali, foram rebeldes embora DEUS estivesse visivelmente com eles. Podiam ver a nuvem de dia e o fogo à noite, tinham o maná, água não faltava e receberam as instruções divinas e os Dez Mandamentos. Os inimigos pelos lados eram contidos ou vencidos facilmente. As sandálias e as roupas duraram por quatro décadas, ou seja, a roupa com que um adulto saiu do Egito, um menino que nasceu no caminho usou e chegou com ela em Canaã. O adulto, por ter sido rebelde morreu durante os quarenta anos, os filhos deles é que herdaram a terra que produzia leite e mel.

Depois de conquistarem com a mão forte de DEUS toda a terra, o que fizeram? Bandearam-se para os deuses que eles mesmos haviam vencido, como se aqueles fossem melhores e mais fortes que o DEUS que lhes deu a vitória. Uma boba contradição. E assim foi a história cheia de altos e baixos, cheia de rebeldias e arrependimentos, mas degenerando cada vez mais, até que chegaram a um ponto em que não poderiam continuar. Então veio o flagelo de DEUS na pessoa de Nabucodonosor, um cruel soberano cheio de vontade de conquistar outros reinos. Os judeus perderam a proteção de DEUS e foram levados cativos para Babilônia. Este reino simboliza o poder inimigo de DEUS e de Seu povo. É para lá que satanás quer levar a todos nós, especialmente nesses últimos minutos proféticos da história da humanidade.

Assim, recordando os erros do passado, perceberam que deveriam mudar no presente para um futuro espiritualmente promissor. De nada adianta ter o DEUS mais poderoso do mundo, aliás, um DEUS infinitamente poderoso, se não se é fiel a Ele. A lógica é: DEUS não pode abençoar um povo rebelde, isso daria um péssimo testemunho do próprio DEUS diante de todas as pessoas. E para piorar, satanás encontraria motivos com que acusar a DEUS. Fique claro que DEUS jamais erra. Eles se apartaram dos estrangeiros entre eles, que queriam influenciar os judeus para a idolatria. Os estrangeiros eram disfarçados agentes de satanás para arruinar o povo de DEUS outra vez, como tantas vezes já o haviam feito. Eles não culparam seus antepassados, isso já passou, é história; eles trataram de decidir que mudariam em relação a seus pais e em relação ao que eles mesmos estavam fazendo. Confessaram seus pecados e trataram de viver em paz com DEUS. Essa atitude é muito agradável e saudável, pois estar bem com quem é amor e que tem poder infinito é algo sensacional.

  • Segunda: O início da oração

Continuando em Neemias capítulo 9, vejamos o início da oração feita a DEUS. Ela começou exaltando o Criador de todas as coisas, do Universo, do Céu e da Terra, da natureza e dos animais e também do ser humano, que é a imagem e semelhança do próprio Criador. Dentre tudo o que DEUS fez, um dos seres vivos era ao menos parecido na fisionomia e no caráter com DEUS. Isso é algo impressionante. Dê uma olhadela nos seus bichos de estimação. Aqui em casa temos um cachorro, uma gata, três galinhas, dois galos e três pintinhos. Isso além dos inúmeros pássaros que alimentamos e que cantam o dia todo para nós, um louvor que nos aproxima de DEUS. Mencionando o louvor, certa vez, com nossa aparelhagem de som, domingo à tarde, observamos um pássaro pousado sobre um galho de um pessegueiro já há algum tempo. Ouvíamos música clássica de FM. Parecia que ele estava ouvindo conosco e gostando. Resolvi mudar para música rock, ele foi embora. Imediatamente voltei para a que estávamos ouvindo, e ele voltou e continuou ali por um bom tempo. Às vezes os animais são mais sábios que os racionais.

Na oração, que era também uma revisão da história e uma reflexão dos atos passados e suas consequências, algo bom para, tanto se aprender quanto se arrepender do que se fez de errado, eles relembraram a eleição de Abrão. Esse homem que não foi perfeito, assim como nós, foi, no entanto, fiel à Lei. Ele obedeceu. Antes de duvidar de DEUS, ele saiu de sua terra e foi andando sem saber para onde DEUS o levaria.

Passando o tempo, 25 anos desde que foi chamado, uma espécie de dúvida tomou a mente dele e de sua esposa. Ela sugeriu uma solução bastante utilizada pelos pagãos, de tomar outra mulher e gerar um filho com ela e esse filho seria como de Sara. Parecia algo razoável, pois o filho prometido por DEUS nunca vinha. Na verdade, estava por vir, o prazo que só DEUS sabia e não revelava ao homem no qual queria fortalecer a fé estava vencendo. Desse ato nasceu Ismael do qual vieram os ismaelitas que levaram José ao Egito e dos quais vieram os Asmoneus, que no tempo de JESUS dominavam os Judeus com seus reis. Um erro de Abraão resultou em dor de cabeça durante milênios posteriores. Apesar desse erro, DEUS considerou a fé de Abrão não de quando ela falhava, mas de quando ela era forte, como quando foi ordenado a que sacrificasse seu filho. Isso que Abraão já tinha fraquejado outras vezes, quando disse que Sara era a sua irmã; fez isso duas vezes. Revela-se assim que, embora todos nós sejamos fracos, podemos ver em DEUS um ser que nos ama e nos perdoa. Nas maiores provas Abrão foi fiel, quando era Abrão e principalmente quando se tornou Abraão.

DEUS fez uma aliança com esse homem. Daria à sua descendência uma ampla terra para que ali formassem uma nação que fosse exemplo às demais nações e famílias da Terra. Essa promessa não se cumpriu nas pessoas descendentes de Abraão, mas se cumpriu em uma pessoa que foi Filho de DEUS, JESUS CRISTO.

A aliança nos alcançou e aqui estamos, na igreja que o próprio JESUS estabeleceu, assim como havia estabelecido o povo de Israel. DEUS espera de nós, enquanto somos pecadores, não a perfeição, mas a fidelidade em nosso âmbito, isto é, que sejamos fiéis até o fim mesmo que frequentemente caiamos em tentações. É cair e levantar e continuar com DEUS, andando e tropeçando, mas nunca largando a mão do Salvador.

  • Terça: Lições do passado

Hoje estudamos o que aconteceu enquanto estavam no deserto. Não sei se houve algum tempo em que DEUS Se tenha revelado com tanto poder como nesses 40 anos. Isso que Ele já havia Se revelado durante as pragas contra o Egito. Façamos uma recapitulação:

  • A travessia no Mar Vermelho, em seco;
  • O desaparecimento do exército egípcio e, ao contrário de muitos filmes, o próprio faraó morreu ali, nenhum escapou;
  • A água que DEUS proveu onde não havia nenhuma;
  • O pão que caía do céu na quantidade necessária, todos os dias;
  • O recebimento da Lei de DEUS;
  • O recebimento de muitas outras leis para organizar a nação;
  • O ensinamento da guarda do sábado;
  • A coluna de fogo durante a noite e a nuvem durante o dia;
  • A roupa e o calçado que nunca gastou nesse tempo;
  • Proteção contra os inimigos próximos;
  • Travessia do rio Jordão em plena época de cheia;
  • Conquista de Jericó;
  • Lição de humildade na conquista de Ai;
  • Mão forte contra os cananeus para conquistar a Terra;
  • Conquistaram as terras que Abraão, em grande parte, já tinha comprado;
  • Derrotaram e destruíram povos que eram cruéis entre si, que até sacrificavam seres humanos em seus rituais e cultos;
  • Ganharam terra, cidades, casas, plantações etc., tudo pronto;
  • Foram protegidos dos descendentes de Ló contra possíveis maldições que o profeta Balaão deveria mandar sob suborno, e até a sua jumenta falou irritada contra os açoites.

Que mais se poderia relatar? Faltou algo que DEUS deveria ter feito? Há muito mais, e quanto será que nem foi escrito por Moisés? Que tempo de sucessivas e poderosas demonstrações da parte de DEUS! Foi um tempo em que DEUS Se revelou como alguém infinitamente poderoso e de amor, portanto, confiável. Ele mais que provou que estava determinado a fazer deles uma poderosa nação para se destacar entre todas as demais, cujo DEUS deveria ser respeitado não porque era furioso e vingativo, mas porque era poderoso e cheio de amor. E que era de fato DEUS, não algo que não pensa, nem fala, nem caminha, que nada pode fazer. Verdade, era um DEUS que não podia ser visto, mas Ele era real e Seus atos podiam ser percebidos e vistos, e era um DEUS presente e atuante. Comparando com os deuses pagãos, o DEUS de Israel era infinitamente superior. Eles eram privilegiados, infinitamente superiores a todos os demais povos. Era um DEUS que tinha capacidade de guerrear por eles.

Mas o que esse povo fez? Queria retornar ao Egito!

Agora estavam reunidos os seus descendentes, recordando a estupidez de seus antepassados. Eles mesmos eram gente com uma tremenda facilidade para trair a DEUS, se rebelar contra Ele e ir adorar os deuses que seus antepassados haviam derrotado com o poder do DEUS verdadeiro. Isso é uma incoerência atroz. Mas, enfim, estavam se arrependendo de seus desvarios e confessando, desejando ser perdoados e de estar, de agora em diante, buscando o favor do único DEUS capaz. Pois eles já estavam nos 490 anos de tempo dado por DEUS para essa finalidade.

Sim, eles tinham um tempo de quase meio milênio, bastante tempo, para se tornarem fiéis a DEUS. Um tempo de arrependimento e de mudança de rumo. Quando Pedro perguntou para JESUS quantas vezes se deveria perdoar os insultos de um provocador, sugerindo até sete vezes, JESUS disse que deveriam perdoar até 70 vezes 7. Esses são os 490 anos dados aos judeus para que se arrependessem de seu feio passado e se tornassem o povo de DEUS. Você sabe como foi essa história.

  • Quarta: A Lei e os profetas

Enfim, depois de 40 anos vivendo no deserto chegaram a uma terra boa, com águas, lagos, mar Mediterrâneo e mar interno, montanhas, grande quantidade de cidades e vilas construídas, vinhas, olivais, gado, pastagem, estradas prontas, árvores lindas, localização perfeita entre as civilizações da Europa, Azia e África, rota de mercadores, era a ponta do Crescente Fértil com solo muito produtivo, e assim por diante. Logo enriqueceram, como diz a Bíblia, engordaram. Isso tudo foi providência de DEUS. Ele já havia previsto para Abraão; manteve Sua promessa e a cumpriu.

Enquanto estavam no Egito, clamavam por libertação; quando estavam no deserto, queriam voltar ao Egito; quando engordaram na terra prometida, resolveram adorar ídolos, como faziam os egípcios e os cananeus. Eles eram o único povo na Terra que estava ligado ao DEUS Criador, o DEUS verdadeiro. Em vez de se tornarem poderosos e experimentarem o progresso, que chamaria a atenção dos demais povos porque veriam que o DEUS deles era melhor que os deles, resolveram adorar os deuses inúteis dos pagãos. Gostavam das festas e dos prazeres dos pagãos! Eles eram mal-agradecidos!

DEUS escolhia homes e mulheres dentre eles para profetas. Esses eram pessoas fiéis a DEUS e transmitiam as mensagens de DEUS, ou seja, as orientações de como Ele queria que agissem. Os profetas eram representantes da palavra de DEUS entre os seres humanos, eram como os porta-vozes de DEUS. Falavam em Seu lugar o que Ele lhes transmitia. Mas o que faziam com os profetas? Perseguiam, e muitos deles foram mortos, inclusive JESUS CRISTO, que foi quem mandava as mensagens pelos profetas e Ele mesmo veio como profeta. Nenhum profeta teve vida fácil e muitos deles tiveram vida bem sofrida. Isso causa perplexidade e estranheza pois traziam a palavra divina, falavam da parte Daquele que os havia tornado uma nação de respeito.

Quem perseguia os profetas? Os sacerdotes e os reis. Isso é ainda mais contraditório, pois os sacerdotes, todos descendentes de Arão, irmão de Moisés, deviam fazer os rituais de adoração ao DEUS verdadeiro. Mas que não se esqueça jamais, Arão foi aquele que concordou em fazer um bezerro de ouro para ser adorado em lugar do DEUS verdadeiro.

Por que os profetas sempre foram perseguidos? Simples, porque o que eles diziam era diferente do que o povo queria ouvir. O povo tornava-se rebelde, gostava das festas e dos prazeres dos pagãos e por isso queria adorar ídolos e os sacerdotes concordavam, os reis apoiavam, pois até os reis apreciavam o estilo de vida dos pagãos, mas os profetas repreendiam. Logo, os profetas eram malvistos, incluindo JESUS. Aliás, até Ellen G. White não foi bem aceita em seu tempo e ainda hoje, muito do que ela escreveu não é aceito; se faz exatamente o contrário. É o caso do louvor na igreja.

Os profetas não se deixavam manipular, mas os sacerdotes e os reis permitiam ser manipulados por satanás. Sim, quem os manipulava era satanás, é evidente. Hoje, por exemplo, está entrando muito mundanismo na igreja sob as barbas dos pastores, dos departamentais e dos presidentes, que, aliás, apoiam. Por isso, num tempo tiveram que ser afogados num dilúvio, noutro tempo morrer no deserto, noutro tempo verem o templo derrubado (duas vezes) e serem levados cativos à Babilônia e depois serem dispersos pelos romanos, e por fim, sabemos que virá uma forte sacudidura. Quando os seres humanos, que são povo de DEUS, irão aprender a servir a DEUS? Alguns nunca, mas outros sempre serão fiéis.

  • Quinta: Louvor e petição

Após todo o relato reflexivo de seu passado, quando relembraram o quanto seus pais foram rebeldes, duros de coração, e quais foram as consequências, resolveram firmar uma aliança com DEUS. Isso foi a primeira vez que os filhos de DEUS fizeram aliança com DEUS, antes sempre era Ele que tomava tal iniciativa. Portanto, bom sinal, desde que cumprissem o que se estavam propondo.

Perceberam que haviam pecado os seus pais, os sacerdotes, os reis, os príncipes e o povo todo, menos os profetas. Poucos é que não caíram no canto da sereia de satanás (Neemias 9:34). Essa foi uma oração de arrependimento. E esse é o certo, quando nos arrependemos, nós mesmos devemos saber de que nós estamos arrependendo. DEUS sabe, mas se nós não declaramos de quais pecados queremos nos libertar, não nos libertaremos deles. Medicamento genérico deu certo, mas arrependimento genérico sempre falhou. Agora eles se declararam servos, eram servos de DEUS, queriam obedecer, mas também eram servos do Império Medo-Persa, a quem deviam pagar tributo anual e ser aliados. Chegaram a uma situação constrangedora: de um poderoso reino que tinham, agora eram sujeitos a outro poder, e um poder pagão, que DEUS usou para castigá-los. Pelo visto o castigo deu resultado, ao menos, por um tempo, pois quando o Rei dos judeus veio à Terra, não O reconheceram e O assassinaram. Isso fizeram os príncipes, os sacerdotes e o povo, e se tivessem rei, também estaria na trama. Mais uma vez essa turma se voltou contra um profeta.

Atenção, se alguém na igreja não segue os profetas do passado, cuidado com ele, melhor é seguir o que diz em alguns para-choques de caminhão: “mantenha distância”. Melhor é seguir o que está escrito do que muitos líderes dizem, se o que eles falam não estiver de acordo com a Bíblia ou o Espírito de Profecia.

Por fim, eles pediram que DEUS os livrasse das consequências dos erros que seus antepassados e também os que eles mesmos haviam cometido, e que resultaram em consequências desastrosas: perda do poder político; perda do trono; destruição do Templo, da cidade e do muro; perda do prestígio; formação de má imagem de DEUS frente aos outros povos; enorme atraso no progresso da nação.

  • Resumo e aplicação – Sexta-feira, dia da preparação para o santo sábado:
  • Tema transversal

Que saudades deveriam sentir os judeus daqueles dias em que viviam em paz em sua terra que parecia o Jardim do Éden. Não poderia existir lugar melhor na Terra. Protegidos e abençoados por DEUS, prosperavam na saúde, na felicidade e materialmente. Sempre que se voltavam a DEUS isso era muito bom para eles. O nosso DEUS é infinito em poder, consegue inclusive ver o futuro com todos os seus detalhes, portanto, tem capacidade para nos dirigir; e além disso, Ele é puro amor. Assim sendo, é totalmente confiável. São duas coisas que impressionam bastante em relação a DEUS: Ele é capaz de criar do nada e é capaz de conhecer o futuro como se pode conhecer a história do passado. Isso seria inacreditável se não fosse revelação do próprio DEUS. Que bons tempos eles viveram sob os cuidados de DEUS, e agora, estavam recomeçando das ruínas das glórias do passado. Havia ruínas, mas felizmente, estavam experimentando um recomeço, com o mesmo DEUS de outros tempos.

  • Aplicação contextual e problematização

A história dos judeus nos ensina duas coisas relevantes. A primeira é que acima de tudo, DEUS é amor e nunca nos abandona, sempre são as Suas criaturas que O abandonam e podem chegar ao ponto de DEUS ter que fazer algo que Ele não gosta: castigar. A segunda coisa que podemos aprender é que, assim como foi bom para os judeus é bom para nós. JESUS vai voltar logo e então poderemos conhecê-Lo como Ele é e viver com Ele. Não consigo imaginar como isso vai ser bom. Ainda bem que é pela eternidade.

  • Informe profético de fatos recentes

“Consistório 2019: Diálogo entre religiões, refugiados, defesa dos pobres e ecologia são marcas nos percursos dos novos cardeais.

“É a assembleia de cardeais católicos reunida para discutir problemas gerais da igreja e assuntos atuais e relevantes. Estão reunidos para analisar temas que percorrem o mundo inteiro, como a ecologia, conflitos religiosos e étnicos, fome e miséria, e outros. O  papa escolheu novos cardeais, vindos de quatro continentes, confirmam a opção de Francisco por conselheiros com experiência em situações de “fronteira”, religiosas, culturais ou sociais” (Fonte aqui).

O papa está fazendo um reposicionamento da igreja diante da situação atual do mundo. Ele quer preparar a igreja para atuar com firmeza e confiabilidade em relação aos temas que preocupam o mundo e que fazem parte da Agenda 2030. É importante acompanhar, daqui para frente, as ações da Igreja Católica.

  • Comentário de Ellen G. White

“Tu, ó Deus perdoador, clemente e misericordioso, tardio em irar-Te e grande em bondade, Tu não os desamparaste. Neem. 9:17.

“Requer a justiça que o pecado não seja meramente perdoado, mas que seja executada a pena de morte. Deus, no dom de Seu Filho unigênito, satisfez a ambos esses requisitos. Morrendo em lugar do homem, Cristo cumpriu a pena e proveu perdão.

“Deus requer que confessemos nossos pecados e perante Ele humilhemos o coração; devemos, porém, ao mesmo tempo ter confiança Nele como um terno Pai, que não abandona aqueles que Nele põem a confiança. … Deus não Se desanima conosco por causa de nossos pecados. Podemos cometer erros e ofender o Seu Espírito; mas quando nos arrependemos e vamos ter com Ele com o coração contrito, Ele não nos faz voltar. Há empecilhos a serem removidos. Têm-se acariciado sentimentos errados, e tem havido orgulho, presunção, impaciência e murmurações. Tudo isso nos separa de Deus. Os pecados devem ser confessados; tem de haver mais profunda obra de graça no coração” (Maravilhosa Graça, MM 1974, 137).

  • Conclusão

“Temos de aprender na escola de Cristo. Coisa alguma, senão a Sua justiça pode dar-nos direito a uma única das bênçãos do concerto da graça. … Olhamos para nós mesmos, como se tivéssemos poder para nos salvar; mas Jesus morreu por nós porque somos incapazes de isso fazer. Nele estão nossa esperança, nossa justificação, nossa justiça. … Jesus é nosso único Salvador; e embora milhões de pessoas que carecem de cura rejeitem a misericórdia por Ele oferecida, ninguém que confie em Seus méritos será deixado a perecer. …

Podeis ver que sois pecadores e estais arruinados; mas é justamente por esse motivo que precisais de um Salvador. Se tendes pecados a confessar, não percais tempo. Estes momentos são ouro. “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça.” I João 1:9. Os que têm fome e sede de justiça serão fartos, pois Jesus o prometeu. Precioso Salvador! Seus braços estão abertos para receber-nos, e Seu grande coração de amor está à espera para nos abençoar” (Mensagens Escolhidas, vol. 1, 350-353).

Assista o comentário clicando aqui.

Lição em espanhol: www.escuela-sabatica.com/comentarios.html

Vídeos sobre capítulos proféticos da Bíblia, em linguagem simples
Daniel 2 Daniel 3 Daniel 7 Daniel 8 Daniel 9 Daniel 12 Apoc. 12
Apoc. 13 1ªp Apoc. 13 2ªp Apoc. 14 Pragas 1ª p (Apoc. 15, 16) Pragas 2ªp Armagedom Pragas 3ªp Armagedom Os chifres
A igreja verdadeira Como é fácil enganar! As 4 primeiras pragas, enfoque econômico        

estudado e escrito entre 3 e 9/10/2019

revisado por Jair Bezerra

jrbezerra10@gmail.com

Declaração do professor Sikberto R. Marks

O Prof. Sikberto Renaldo Marks orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação. O professor ratifica a sua fé na integralidade da Bíblia como a Palavra de DEUS, e no Espírito de Profecia como um conjunto de orientações seguras à compreensão da vontade de DEUS apresentada por elas. E aceita também a superioridade da Bíblia como a verdade de DEUS e texto acima de todos os demais escritos sobre assuntos religiosos. Entende que há servos sinceros e fiéis de DEUS em todas as igrejas que no final dos tempos se reunirão em um só povo e serão salvos por JESUS em Sua segunda vinda a este mundo.

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